sábado, 26 de agosto de 2017

O COMUNICAR-SE NA ERA DA REVOLUÇÃO DIGITAL


A revolução digital e seu paradigma na atual conjectura. A diferença entre educação e escolarização internas à essa revolução como norte para a evolução da sociedade como seres humanos. 



 Vivemos em uma era da maior comunicação mundial jamais pensada antes na história da humanidade. Jürgen Habermas apontava em sua teoria da ação comunicativa que, é através da linguagem que o indivíduo conseguirá superar a razão à serviço de uma era da reprodutibilidade técnica, isto é, conseguirá superar uma razão como instrumento de operacionalização do poder, da exploração, da dominação. Diante do quadro atual, o que temos hoje? Quer dizer, que expressões temos hoje das pessoas, da comunidade, da sociedade? Onde está o ser-humano em sua atualidade e de acordo com ela mesma, onde poderá levar?
  As perguntas são muitas e, a comunicação e afeto são poucas. A revolução digital proporcionou à humanidade o maior meio de comunicação jamais visto antes: a rede. Assim como o Iluminismo projetou que a sociedade progrediria com a racionalidade ciente de si, essa revolução teria chegado para aproximar pessoas, tornar os laços afetivos mais consistentes, isto é, fazer as comunidades mais fortes, uma vez que, estariam os seres humanos mais próximos dos seus. Mas o que ocorreu no meio do percurso? Muitas vozes, o dobro de ouvidos, mas menos da metade de pessoas para ESCUTAR. Sim, para escutar. A atual revolução logrou à humanidade não apenas o seu bônus do acesso ao conhecimento à todos (em termos gerais), como igualmente dispôs a impaciência, a intolerância à diferentes ideias e posições além da irritabilidade dessa geração para com aqueles que um dia - e com muita paciência, diga-se de passagem - os ensinaram a andar!

  O que a humanidade tem hoje diante da revolução digital como expressão são cientistas sem terem frequentado os bancos universitários pois, estão convictos de suas afirmações após suas próprias análises de baseamento superficial. A expressão da revolução digital está, em termos nacionais, no fato de estarmos mais escolarizados e BEM menos educados por que não há uma família, não uma comunidade onde os mais velhos instruíam aqueles cuja família não lhe fazia o devido suporte. A expressão que temos hoje dessa revolução é de muita informação por que o que não se interioriza é conhecimento, pois no atual quadro ele é produzido numa escala jamais tida antes porém, é muito mais cômodo "se INformar", e não se FORMAR. Temos, mais do que nunca, a linguagem para parar de exercer o poder pelo poder, de dominar através da exploração mas, as pessoas, a comunidade, ou seja, a sociedade mais informada e até mais escolarizada não é uma sociedade formada pois, para isso teria de ter aprimorada as faculdades intelectuais, físicas e morais. Quando se afirma isto é por que seu fundamento está, e repete-se, no fato de ter pessoas mais mal-educadas o que traz consequência, sérias, às comunidades e, por fim, à sociedade como um todo.
  O ser humano está ciente de si e de seu lugar no mundo mas, para isso é necessário voltar ao seu interior, fazer valer sua linguagem como objeto superior à razão sua como instrumento a serviço da manipulação. Somente desta maneira a revolução digital nos levará ao lugar ao qual o Iluminismo deveria ter levado: a consciência de humanidade que respeita seu próximo, respeita os mais velhos, isto é, que respeita qualquer forma de vida por que se respeita, se valoriza e dá valor à vida, seja ela da forma a que se apresenta a si. Esta revolução está para, dentre outras causas, provar que pode-se ser melhor como ser vivo dotado da racionalidade, que isso não torna o ser humano superior, mas que torna mais responsável pelas próprias ações, e mais, pelas vidas que não são dotados de tal poder.
                                                                                                          C. Kleyvon, 26.08.2017

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Nós, os imperdoáveis

   Quando imperdoável? Ñ s afirmará aqui q "todo mundo" pq "todo mundo" é muita gente mas,pode-s arriscar q muitos de nós, muitos mesmo, já nos fizemos essa pergunta em algum momento de nossas vidas. Neste momento procuramos nos imaginar de preto, talvez, p/ q ninguém note nossa repugnante existência ou, até desejamos c/ todas as nossas forças tornarmo-nos invisíveis ou, ainda mais, simplesmente sumir, passar 1 borracha em nós mesmos.

 

   Quando imperdoável? O tempo e o espaço são indiferentes pelo fato de q foi 1 relação de amor, de companheirismo, isto é, vc acabou de fazer c/ q o outro caísse no maior abismo q existe, por decepção: o da confiança. Vc imperdoável. A pior parte é q muitas vezes vc ñ é o imperdoável p/ o outro mas, p/ vc mesmo!


   Quando imperdoável? O q fazer, então? Viver s cobrando, s martirizando para q? Sumir da vida daquele(s) q decepcionou e, por tabela, de todos os outros conhecidos? Ñ! Mude. Mude sua postura, mude suas atitudes. Mas ñ pelos outros ou p/ quem vc magoou. P/ vc mesmo. Faça a mudança q tiver q fazer mas, faça de dentro para fora de s mesmo. Ela tem de estar em vc, e ñ p/ q os outros vejam mas, para q seus atos, seus novos atos, sejam percebidos por vc c/ seu novo comportamento q vc continua na mesma pessoa, só q 1 pessoa diferente, 1 pessoa melhor.


Por Krevas Cobain.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Freak e a estética em Silverchair

  Silverchair é 1 banda australiana formada em 1992. Inicialmente formada por 4 membros denominava-s "Innocent Criminals”, c/ a saída de 1 deles e a vitória da competição nacional “Pick me” passaram a intitular-s Silverchair.



   Passadas apresentações vm aos fatos: seu 2º álbum e a música que foi 1 dos carros-chefes de seu sucesso: Freak. Ñ q o álbum Freak Show não tenha sido um sucesso, pq, incontestavelmente foi. 2º o próprio vocalista/ guitarrista Daniel Johns: “Freak é sobre pessoas que tentam ser <>s, mas no fim são sempre =s(...)”.

   Ñ há p/ onde você correr, a ideologia mundial trabalha para fazer de vc o único, mas no fim vendem essa mesma ideia para mais algumas zilhões de pessoas. A estética é 1 dos maiores exemplos disso. Só q tb falaremos aqui, da estética interior: a comportamental, isto é, as atitudes.

   A atitude de ser ou de tomar decisões em dada circunstância é o q define s vc é <> ou = a tantos outros produtos fabricados pela ideologia q a mídia mundial tanto prega, tipo, o corpo ou cabelos ideais. Ñ é apenas 1 questão de cor de cabelo exótica ou do modo de vestir-s, mas, sim do modo de como bem comportar-s, a coragem de decidir pelo <> e não pelo =, quer dizer, de tomar fôlego p/ criar a coragem de 1 decisão que vá de encontro a interesses alheios c/ o objetivo de 1 bem maior.



  Afinal, o q faz 1aberração ñ é somente o visual, mas atitudes, e ñ aquelas <>s p/ simplesmente aparecer, mas p/ fazer o q é necessário. Q seja Freak mas q seja p/ ser melhor, p/ fazer-s melhor, ...melhor, p/ fazer do mundo 1 lugar melhor. 
 
Por Krevas Cobain.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O uso da boa-fé alheia




O que é preciso para enganar? O Outro. E mais. Que a relação que mantém com Esse outro tenha um detalhe essencial: Confiança. Sim, confiança. Somente ela é a via de possibilidade para o êxito do enganar.

 



  O q é preciso p/ enganar? O Outro. E +. Q a relação q mantém c/ Esse outro tenha 1 detalhe essencial: Confiança. Sim, confiança. Somente ela é a via de possibilidade p/ o êxito do enganar.


   P/ isso torna-s imprescindível toda 1 arquitetura, todo 1 plano cuidadosamente pensado e detalhado. O enganador s aproveita da confiança do Outro, isto é, da boa-fé q Este tem depositado nele. O enganador aproveita-s da boa-fé do Outro em proveito próprio e egoísta c/ o único olhar q o seu Ser permite possuir: O de curto prazo.

  Agora, s nos atermos + aos detalhes, quer dizer, s tivermos 1 olhar + atento, + profundo, verificaremos q: 1- o alcance do enganador é sempre curto devido ao seu prórpio fato ontológico: aquele q engana será descoberto, seja + cedo ou seja + tarde, e isto é certo; aquela vantagem q ele achava possuir, na verdade, é pura ilusão pois, seu engano, isto é, o engano por s mesmo, é vazio, somente a verdade é concreta. 2- a má-fé do enganador volta-s contra ele mesmo por meio da boa-fé do Outro q ele achou utilizar-s em prol de s mesmo. Ñ é q exista 1 eterna luta entre bem e mal mas, é q o bem é intrinsicamente ligado ao mal, isto é, ñ há 1 luta, o q existe é 1 ligação. Oras, toda luz projeta sua sombra. E 3- todo cálculo, matematicamente citando, q inicia errando nunca, nunca, nunca, nunca mesmo, termina certo. Em toda a história da humanidade, até agora ao menos, nada q iniciou de forma errônea teve 1 final "feliz". Portanto, assim como na matemática, é na vida.

  O engano é 1 forma errada de obter algo, seja material ou ñ. Seu meio de obter seu desejo é 1 covardia: Utilizar-s da confiança e da boa-fé do outro é desumano, quer dizer, é abdicar de sua humanidade própria. É hora de parar de ser + esperto q o próximo, já passou da hora de sempre tirar vantagem da boa-fé alheia. É hora de o ser humano voltar à sua humanidade.



  Um detalhe essencial numa relação, seja ela qual for, é a confiança. O problema na raça humana é quando ela passa a usá-la em benefício próprio para única e exclusivamente seus interesses, egoístas, digite-se de passagem. Será que precisaremos aprender o que é humanidade para acabar com esse lado negro intrínseco à raça?

Por Krevas Cobain.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

L: 1 lenda




É 1 lenda... É 1 lenda. Era o q os próprios pais diziam. Mas ela existe, e seu nome é Lara. Lara Vandas, para ser + específico. Ela está lá, nas redes sociais, 24h por dia, todo dia. Sempre feliz, sempre presente, quer dizer, sempre on-line. Basta solicitar sua amizade e ela estará lá, p/ vc, p/ todos quantos a quiserem com ela s comunicar, como sempre esteve aliás. 


   Conta-s a lenda q 1 dia Lara fez parte dessa realidade empírica, isto é, real, q ela n/ sempre foi, de 1 todo, virtual, mas q 1 dia existiu pois, ouviu-s dos pais, ela dava trabalho como todo adolescente real, quer dizer, normal. Aborrecimentos do tipo, hora para acordar, tomar banho todos os dias, deve ir para a escola, entre outros q hoje não passam de tenras lembranças disfarçadas de lenda. Há até histórias sobre ela em q passeava pelo bairro q morava, q adorava ouvir os cantos dos pássaros e, inclusive, q corria com outras crianças!


   Ñ adianta procurar aqui, vc não irá encontrá-la. Conta-s q tudo começou c/ a comodidade de ñ sair de casa, de não querer sentir + o calor da luz do Sol de cada manhã ou, a sensação de conforto e de leveza ao sentir a brisa tocar em sua pele n/'1 fim de dia qualquer sentada em 1 dos jardins públicos de sua cidade. P/ q, s todo o mundo estava ali, em suas palmas, s/ a necessidade de caminhar, quer dizer, de sentir seus pés tocando a terra, para que olhar nos olhos e sentir aquela sensação deliciosa de ñ estar sozinho neste mundo ou de achar q o outro pensou a mesma coisa q vc?!! P q, s todo o mundo estava ali, em suas palmas, p/ q o maior de todos os contatos humanos, ou seja, o abraço?!! Lara ñ sentia + essas necessidades;... p/ ela eram simples sensações q, no mundo, no novo mundo, eram contingentes.
 
   
   S perguntar aos seus pais ou aos seus familiares todos dirão q é apenas 1 lenda, que Lara Vandas nunca existiu. Bem, ela existiu, apenas resolveu sumir sem deixar uma carta de despedida, sabe... uma dessas cartas escritas à moda antiga, quer dizer, à mão ou, ao menos, dizer ou acenar 1 simplório adeus. Resolveu viver 1 outra realidade de palavras sem sentimentos, uma realidade de maior intolerância ao próximo, de felicidade eterna e, de mudança de estado de espírito instantâneo, do tipo, n/'1 minuto vc está deprimido e imediatamente no outro você já está s sentindo c/ as graças de D'us derramadas sobre ti. 

   Foi criado até 1 blog, por 1 amigo seu, q escolheu continuar caminhando pelo seu bairro mas, q visita o mundo virtual, principalmente, p/ encontrar sua amiga aqui, neste mundo. Seu blog chama-s "L: 1 lenda". Lá, há fotos e relatos de 1 vida entre 2 amigos de infância. Pessoas já perguntaram a Lara, por twitter, s tal história é verdadeira. Ela nega tudo. Lara não pode processar esse suposto amigo, pois, ela ñ é 1 pessoa física. Fica a dúvida: O que Lara s tornou?

Por Krevas Cobain.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

1 convite,... 1 doce convite


Enquanto isso, no dia do Rock...


Venha, meu amor
Aconchegue-s, minha doce dor
Ñ seja hipócrita
A chorar me convide
Dos momentos felizes cansei
A vergonha, pq?

Minha garota
Oh, meu garoto
Quero sentir sua mesma chuva
Caminhar os mesmos temporais
E dizer: ... é lindo...
Ao seu lado chorar
De dividir c/ ninguém cansei

...Fique...
Ñ quero risos
Desejo lágrimas
As minhas, ... mas especialmente,... as suas
Pq sempre felicidade?
Anseio pelas lágrimas
E, ao seu lado, dividí-las
C/ amor
C/ muito amor
Minha doce dor...


Por Krevas Cobain.